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A opinião e razões dos signatários da Petição: Contra a instalação de painéis fotovoltaicos sobre a água em Pedrógão Grande (Rio Zêzere e Unhais), para Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia da República; Excelentíssima Senhora Ministra do Ambiente

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Maria .Os painéis solares não deixam passar o sol para baixo deles o que vai fazer com que a vida debaixo deles modifique ou morra
Maria .O lucro de poucos não pode ser superior a vida de muitos! O desenvolvimento económico pode ser feito sem a destruição da natureza. Se não for possível a coexistência de ambos estamos todos tramados, inclusive os “poucos”
Sara O.Não podemos destruir ou prejudicar ecossistemas inteiros para ter energias "verdes". Diminuir o Co2 através da instalação de painéis solares que dizimam florestas ou prejudicam ecossistemas, é um contrassenso. Pede-se a todas as pessoas que se informem, que descubram quanta energia estes painéis conseguem fornecer e quanta eletricidade uma casa de uma família média portuguesa gasta. Depois disto, ponderem se estes ganhos compensam a destruição de habitats. A florestas e os rios são vida.
Renato .No solar pannels, candles are way more romantic.
Carlos A.A transição energética tem de ser com critério e inteligência e não numa lógica mercantil.
MARIA R.A Albufeira do Cabril é também estratégica para o abastecimento dos meios aéreos no combate aos incêndios e parece que os responsáveis e decisores políticos não só se esqueceram da tragédia de 2017, mantendo a região abusivamente eucaliptizada, sem um ordenamento que funcione como prevenção relativamente a mais incêndios devastadores, como ainda pretendem ocupar a Albufeira com painéis solares. As Empresas Não Deveriam Poder Colocar os Painéis Solares Onde lhes Apetece, mas Onde os Impactos Negativos Forem Menores, sabendo que quase 40% do Território Português está Inculto e/ou Abandonado, salientando a existência de 600 000 hectares ocupados com eucaliptal abandonado (porque já não rende) o que poderá vir a estar na origem de muitos mais incêndios e que sem dúvida os potencia, não falta no país Áreas Degradadas para a Instalação dos Painéis Fotovoltaicos. Queiram os Governos assim Determinar e Exigir às Empresas.
José .Só pelo facto de se desenvolver um projeto com esta dimensão sem conhecimento das entidades locais, leva toda a população a desconfiar de toda a informação e das boas intenções dos promotores. Outra questão: não pensaram em locais com menores impactos? Como por exemplo: na parte mais a juzante da albufeira da Bouça ou em áreas invadidas de acacial ou de eucaliptos?
Idalina .Sou contra, não destruam mais Pedrógão grande.
Juliana B.Deixem a natureza em paz! É por isso que ela grita por liberdade de seres humanos que teimam em a destruir, esquecendo que é nela que habitam!!
Sergio .Local impróprio para instalação de tal equipamento.
Luigi G.Sou contra a instalação de painéis fotovoltaicos na albufeira da barragem do Cabril. Este projeto pode comprometer a preservação de um dos maiores patrimônios naturais e paisagísticos da região. A barragem do Cabril não é apenas um reservatório de água; é também um espaço de lazer, turismo, biodiversidade e uma fonte vital para a economia local. Este tipo de projeto deve ser planeado de forma responsável, considerando alternativas que não prejudiquem a qualidade da água, os ecossistemas aquáticos e a vocação turística da zona. Existem outras opções de instalação para painéis fotovoltaicos que não implicam danos ao meio ambiente ou ao bem-estar das comunidades locais. Vivemos diretamente na aldeia junto ao lago onde estão previstos os painéis. Perderemos o nosso rendimento e seremos efetivamente expropriados, uma vez que a nossa propriedade não poderá ser vendida.
Firmino M.Na esperança que isto não passe de uma ideia estupida.
Éric P.Desde a construção da barragem de Cabril, em 1955, a região pagou um preço elevado. Aldeias inteiras foram engolidas e comunidades deslocadas. Depois, as monoculturas de pinheiros foram-se instalando, gradualmente substituídas por eucaliptos, transformando profundamente a paisagem e provocando incêndios de intensidade dramática. Mais recentemente, os parques eólicos invadiram os cumes das serras que bordejam o Rio Zêzere, alterando para sempre a silhueta do nosso território. Desde o incêndio "Inferno" de 2017, verificámos que os coalas na Austrália suscitaram mais emoção do que as pessoas que vivem no coração das florestas de eucalipto na Europa e, em particular, em torno do rio Zêzere. Isto levanta uma questão crucial: será que o nosso lago, as nossas montanhas e as nossas florestas não contribuíram já suficientemente para os sacrifícios necessários ao desenvolvimento do país? As aldeias foram sacrificadas para a construção da barragem. As florestas nativas foram substituídas por monoculturas industriais. As nossas montanhas foram invadidas por parques eólicos sem qualquer consideração pela paisagem.
Rodrigo N.Não queremos pseudo-virtuosismo. Energias renováveis à custa de ecosistemas é hipocrisia e falta de noção
Katia .Não concordo, pois vão estragar a beleza da paisagem
João .Um projeto que em nada beneficia uma das maiores riquezas da região, nomeadamente a beleza natural e o potencial turístico, especialmente durante a época balnear.
Hugo F.Totalmente contra essa medida, efetivamente terá impacto na diversidade, e realmente não favorece em termos operacionais, para os fins que o mesmo poderá contribuir.
José .No meu ponto de vista trará mais malefícios do que benefícios, existem mais terrenos ao abandonodo que área fluvial utilizável.
Ana F.A aplicação de painéis na albufeira da barragem do cabril vao comprometer seriamente varios fatores: Relembrar que a zona centro essecialmente a nossa região e das mais afetas pelos incêndios e esta barragem e muito utilizada pelos meios aéreos no combate aos incêndios Alem de que aplicar os painéis e estar a comprometer a biodiversidade a fauna e a flora presentes neste local! Eu sou contra!
Matthias T.A albufeira é essencial no combate aéreo aos incêndios florestais frequentes nesta região. A instalação restringiria severamente o acesso às aeronaves que recolhem água, comprometendo gravemente as capacidades locais de proteção civil.

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