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A opinião e razões dos signatários da Petição: em defesa da dignidade das mulheres - prostituição não é trabalho., para Assembleia Municipal de Lisboa

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Maria B. Não considero a prostituição como um trabalho, antes uma forma abjecta de exploração sexual de crianças, mulheres e homens. A prostituição está sempre ligada ao tráfico de seres humanos em vários cenários sociais, é a prova evidente de que os Direitos Humanos são balelas no sistema vigente. Há, contudo, a assinalar que se devem encontrar formas de salvaguardar a saúde, a integridade física e a coerção destas pessoas, enquanto a sociedade não permite o seu desaparecimento. Aos movimentos das mulheres competem a luta para a minimização dos factores dos riscos e da integração plena destas pessoas na sociedade.
Maria P. Caminho tortuoso, poderoso, interesses económicos instalados e a modernizarem-se com as novas tecnologias, mas não impossível a mudança.
Ana B. Uma causa que não pode mais ser adiada !
Isabel B. De facto, a prostituição é uma violência exercida sobre qualquer ser humano, e que a sua legalização/regulamentação é uma violação da Dignidade Humana, transformando-os, quer sejam jovens - M/F ou mulheres em meros objectos de prazer do homem/cliente, e os traficantes de jovens, mulheres e crianças em honestos empresários do sexo , situação totalmente incompatível com o valor dos direitos humanos. IM
M P. trabalhei no Ninho por isso sei bem que para as mulheres que se prostituem isso nao e trabalho mas uma desgraça que lhes acontece na vida.
Joana G. A prostituição constitui uma grave violação de direitos humanos e principalmente dos direitos das mulheres. Desta forma, o legislador deve focar-se em eliminar esta forma de violência contra as mulheres e não a incentivar através da legitimação como forma de trabalho.
Luis S. Parabéns pela vossa inicativa
Maria S. Felicito o MDM pela posição tomada. Gostava de enviar alguma informação que talvez seja do vosso interesse mas este espaço é escasso. Posso fazê-lo para «geral@mdm.org.pt»
Aldina B. A prostituição é não trabalho.
Mykhailova Y. Freedom for women, not for pimps and clients
Manuel M. É repugnante saber que alguém individual ou colectivamente pode dizer que prostituição é trabalho e como tal deve-se legalizar como profissão. É simplesmente brutal como alguém pode baixar a sua condição humana ao pensar neste sentido, só pode significar que não está consciente do que está dizer, porque desconhece a formidável exploração física e psicológica a que estão sujeitas aquelas ou aqueles que independentemente da razão tem que se prostituir. Legalização NUNCA!!! Dignidade da Mulher SEMPRE!!!!
Maria D. Uma tal lei é um ESCANDALO!!!
Maria L. É tão evidente o que esta petição defende, que só quem lucra com comprar e vender mulheres (ou homens) pode querer o que a Câmara Municipal de Lisboa quer impôr às ditas mulheres (ou homens) e a todos os contribuintes que ainda têm que pagar para espezinhar os mais elementares direitos humanos. A CML anula administrativamente o direito de objeção de consciência que assiste ao contribuinte!
Maria C. Obrigada pela iniciativa!
Alcides P. Sou a favor desta petição
Maria S. BASTA DE ABUSOS E ILEGALIDADES! A MULHER É BEM SUPERIOR AO HOMEM!
Fabrizio B. trabalho há anos em bairros sociais pela dignidade da pessoa humana, sobretudo das pessoas mais frágeis: crianças, idosos, mulheres... A da exploração sexual da mulher é uma chaga bem presente em Portugal.
ana c. Acabar com tudo o que pode resultar em violência e exploração da mulher
Maria P. Dignidade e respeito para qualquer ser humano seja homem, mulher ou criança é o fundamento dum Mundo mais justo e feliz para todos.
Larisa M. With support - from Russia

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