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Ver Petição Razões para assinar. O que dizem os signatários.
A opinião e razões dos signatários da Petição: Pela proibição total de despedimento de mulheres grávidas e até três anos depois do parto, para Exmo Senhor Presidente da Assembleia da República

Nome Comentário
Zélia F. Esse "Ser estranho" deve ter sofrido grandes traumas no ventre materno. Precisa de ajuda, mas não deve existir tratamento para a sua perturbação. Interrogo-me como é que essa espécie de "homem" chegou a bastonário?
Vera L. Temos esta injustiça tem já muitos e longos anos,vamos continuar a ser gentetalha|||| ou gente!!!!
Lucília S. É lamentável que uma empresa proceda ao despedimento de uma pessoa nesta fase da vida!!! Estou totalmente em desacordo.
Sergio M. Que vergonha ter que assinar esta petição. Não deveria ser necessário.
MANUEL M. ....Por estas e por outras mais graves ainda, temos uma população em redução demográfica
Fernando M. Concordo inteiramente com o conteúdo da Petição, mesmo que não precisassemos de aumento da Natalidade.
Antonio F. Nunca concordei com injustiças, temos um país envelhecido demais para este tipo de situações.
Rui B. Todas as gravidas em Portugal devem ser acarinhadas, tenham emprego ou não. Portanto sou CONTRA despedimento de gravidas e ate 3 anos após parto.
Graça . As crianças são o nosso futuro
Carlos R. Um direito absoluto, que não merece comentário negativo.
Raquel S. É preciso mudar para existirmos. Terminar o medo e que a maternidade seja novamente vista como um dia foi, natural e essencial!
Carlos C. O senhor ex- bastonário da ordem dos médicos entrou pela luta que sempre defendeu o direito à vida e à procriação, pelo qual as sociedades colonizadas pelos imperialismos em crise profunda atiram para cima dos que querem trabalho e trabalho com direitos, toda a sua violência, e desprezo, personificado no entendimento de quem perde o direito ao trabalho perde o direito a tudo nestas sociedades.
Jorge F. Numa democracia, onde as pessoas são tão "descartáveis", com as petições, é uma das melhores formas para nos fazermos ouvir! Apoio a causa!
António R. É intolerável despedir futuras mães, que é delas que depende o futuro.
Adélia S. Sou contra o despedimento, evidentemente!
Claudino D. É no mínimo lamentável que ainda existam pessoais com falta de carácter e educação. São pessoas incultas (serão seres humanos essas pessoas?).
joana t. Nao ao despedimento das mulheres gravidas
Maria G. Divulgo um pensamento INFELIZ e muito actual (tenho 62 anos e Filha com 33=8 de Licenciatura e mestrado, valor que me mantenho AINDA A PAGAR)-aguarda ocupação há 9 anos! Concluo com conhecimento de causa: ter Filhos sem condições para uma vida modesta mas sem fome, são necessários aprox: 1.000€/mês, contando que aos 3 meses já necessita de local p/ estar e a ser pago;considerando a falta de apoio estatal, nem abono (ver Espanha); considerando que ao nível de crescimento vs estudos (se possível aos Pais, o pgto já aprox. dos 2.000€, fora de casa e universidade)-SEM TRABALHO (qualquer, já não pensando ao nível do curso e mestrado) e pretendendo ficar em Portugal pela Família que resta, será que os políticos inegrúmes deste País pós 25.4.75 não pretendem mesmo acabar com a formação de Famílias? nada têm que seja positivo em termos futuros, excepto para ciganos e outras étnias que vivem à custa dos Reformados, em vez de os enviarem para os Seus países e criarem localmente condições para os hábitos dessas Pessoas; têm futuro para arrumadores de viaturas ou drogados; e os normais, como vivem? talvez voltem as "casas de prostituição" ao nível Feminino e "clubes gays" para o Masculino.
Eugênio V. Acabe-se com injustiça.
Rosa L. Sou advogada e já fui mandatária de uma trabalhadora que foi despedida no dia em que a entidade empregadora tomou conhecimento que estava grávida. Apoio qualquer iniciativa com o objectivo de defender e proteger a mulher grávida mas também os pais com filhos menores. É frequente quando a entidade empregadora perguntar mal sabe da gravidez se é intenção da trabalhadora gozar a licença de maternidade na totalidade. Os portugueses têm poucos filhos em 1º lugar porque não têm dinheiro para ter mais e depois por causa das enormes dificuldades que têm a nível laboral.

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