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A opinião e razões dos signatários da Petição: Pela proibição total de despedimento de mulheres grávidas e até três anos depois do parto, para Exmo Senhor Presidente da Assembleia da República

Nome Comentário
Rui B. Todas as gravidas em Portugal devem ser acarinhadas, tenham emprego ou não. Portanto sou CONTRA despedimento de gravidas e ate 3 anos após parto.
Graça . As crianças são o nosso futuro
Carlos R. Um direito absoluto, que não merece comentário negativo.
Raquel S. É preciso mudar para existirmos. Terminar o medo e que a maternidade seja novamente vista como um dia foi, natural e essencial!
Carlos C. O senhor ex- bastonário da ordem dos médicos entrou pela luta que sempre defendeu o direito à vida e à procriação, pelo qual as sociedades colonizadas pelos imperialismos em crise profunda atiram para cima dos que querem trabalho e trabalho com direitos, toda a sua violência, e desprezo, personificado no entendimento de quem perde o direito ao trabalho perde o direito a tudo nestas sociedades.
Jorge F. Numa democracia, onde as pessoas são tão "descartáveis", com as petições, é uma das melhores formas para nos fazermos ouvir! Apoio a causa!
António R. É intolerável despedir futuras mães, que é delas que depende o futuro.
Adélia S. Sou contra o despedimento, evidentemente!
Claudino D. É no mínimo lamentável que ainda existam pessoais com falta de carácter e educação. São pessoas incultas (serão seres humanos essas pessoas?).
joana t. Nao ao despedimento das mulheres gravidas
Maria G. Divulgo um pensamento INFELIZ e muito actual (tenho 62 anos e Filha com 33=8 de Licenciatura e mestrado, valor que me mantenho AINDA A PAGAR)-aguarda ocupação há 9 anos! Concluo com conhecimento de causa: ter Filhos sem condições para uma vida modesta mas sem fome, são necessários aprox: 1.000€/mês, contando que aos 3 meses já necessita de local p/ estar e a ser pago;considerando a falta de apoio estatal, nem abono (ver Espanha); considerando que ao nível de crescimento vs estudos (se possível aos Pais, o pgto já aprox. dos 2.000€, fora de casa e universidade)-SEM TRABALHO (qualquer, já não pensando ao nível do curso e mestrado) e pretendendo ficar em Portugal pela Família que resta, será que os políticos inegrúmes deste País pós 25.4.75 não pretendem mesmo acabar com a formação de Famílias? nada têm que seja positivo em termos futuros, excepto para ciganos e outras étnias que vivem à custa dos Reformados, em vez de os enviarem para os Seus países e criarem localmente condições para os hábitos dessas Pessoas; têm futuro para arrumadores de viaturas ou drogados; e os normais, como vivem? talvez voltem as "casas de prostituição" ao nível Feminino e "clubes gays" para o Masculino.
Eugênio V. Acabe-se com injustiça.
Rosa L. Sou advogada e já fui mandatária de uma trabalhadora que foi despedida no dia em que a entidade empregadora tomou conhecimento que estava grávida. Apoio qualquer iniciativa com o objectivo de defender e proteger a mulher grávida mas também os pais com filhos menores. É frequente quando a entidade empregadora perguntar mal sabe da gravidez se é intenção da trabalhadora gozar a licença de maternidade na totalidade. Os portugueses têm poucos filhos em 1º lugar porque não têm dinheiro para ter mais e depois por causa das enormes dificuldades que têm a nível laboral.
Ana D. Já fui muito prejudicada no emprego por estar grávida e por ter filhos pequenos.
Paulo P. será que se perdeu toda a decencia em nome do dinheiro que não passa de uma gigantesca conspiração mantida por bancos, governos e elites que não querem deixar o mundo evoluir porque não tem lugar para dinossauros corruptos. Resiste. Paz.
Graça F. JA ASSISTI A UM CASO, ESTAVA PRESTES A ASSISTIR A OUTRO MA EMPRESA ONDE TRABALHO, SE EU ENGRAVIDAR NAO QUERO PASSAR POR UM EPISODIO ASSIM. SOU CONTRA TOTALMENTE
Hagna . Infelizmente vivi o mesmo...
Paula . Querem aumento de natalidade mas condenam as mulheres que querem ter filhos. Hipocrisia
Maria J. Se temos uma população envelhecida...temos de incentivar a natalidade!
MariaJulia C. Proibição total de despedimento de mulheres grávidas e até três anos depois do parto

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