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A favor da atualização dos crierios e modos de avaliação final no secundario

Para: Ministerio da educação

--------------------*Esta Petição não foi de todo feita com a intenção de plagiar petições anteriores, pelo qual utilizo grande parte dos exertos de outras petiçoes que nos levam a criar esta.*--------------------

Razão 1

"Em Outubro do ano passado, fez-se chegar ás escolas do país, através da Direção-Geral da Educação, um documento em que se esclarece a situação em que os alunos podem usar a calculadora gráfica - uma ferramenta de trabalho que os estudantes chegados este ano ao ensino secundário tiveram de comprar, tal como os seus colegas dos seguintes anos (11º e 12º) quando estes próprios iniciaram o secundário.

Até agora, era possível utilizar as calculadoras gráficas para fazer os exames nacionais. No entanto, depois do início do ano lectivo, com a implementação dos novos programas, as regras mudaram: no que se refere ao exame nacional da disciplina de Física e Química A, que se realiza no 11º ano, está proibido o uso da calculadora gráfica, mas é imprescindível que os alunos tenham uma calculadora científica, tendo em conta a complexidade de alguns cálculos. Tendo estes saido prejudicados pela falta de preparação nesses calculos sem a mesma.

O Ministério da Educação diz que o uso de calculadoras gráficas na sala de aula deve ser uma prática a considerar e sugere a utilização de "laptops" ou "tablets" para determinados exercícios, como tratamentos de dados experimentais, incluindo o traçado de gráficos.

É de forma amarga que os pais dos alunos, que fizeram um investimento que ronda os 100€/120€ na aquisição de uma calculadora gráfica, receberam a notícia. A realidade portuguesa é de crise meus e nem todos se podem dar ao luxo de gastar 150€ na aquisição de um "acessório" que nem será utilizada. Pedimos então que o despacho seja anulado e que os alunos possam utilizar a calculadora gráfica já nos exames nacionais 2017/2018."

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT84850

Razão 2

"Cinco ideias a reter sobre os exames nacionais:

Ideia um: os exames nacionais valorizam essencialmente a memorização – por vezes, só valorizam a memorização. Nesse sentido, estão desfasados das orientações estratégicas (nacionais e internacionais), que apontam para além da aquisição de conhecimento e pedem um aprofundamento nas escolas da aprendizagem de competências, tais como o pensamento crítico ou a resolução de problemas complexos.

Ideia dois: algo na concepção dos exames nacionais parece estar a falhar. Por um lado, não se compreende que, sucessivamente, haja médias e medianas negativas nas mesmas disciplinas nos exames nacionais – como se, todos os anos, o sistema educativo falhasse e os alunos fossem para a universidade sem saber os mínimos. Por outro lado, não se percebe como é que a evolução das classificações dos exames nacionais está tão desligada das avaliações internacionais, que apontam para melhorias sustentadas dos alunos portugueses nos últimos 10 anos – o que não aparece nos exames nacionais.

Ideia três: a relação dos exames nacionais com o acesso ao ensino superior está a ter efeitos perversos no sistema educativo. Desde logo, porque orienta todo o ensino para o exame, já que são os resultados no exame que definem o sucesso – só se ensina e aprende em função do que sai no exame. Depois, porque limita qualquer forma de inovação pedagógica – ninguém arrisca inovar porque treinar alunos para o exame é a opção mais segura. Por fim, porque bloqueia qualquer reflexão acerca da sua eficácia – ninguém quer mexer nos exames nacionais porque, ao fazê-lo, está a mexer no acesso ao ensino superior.

Ideia quatro: nenhum dos problemas descritos é resolúvel enquanto os exames nacionais forem peça central do acesso ao ensino superior. É essa articulação que, indirectamente, impõe as condições do comportamento do sistema educativo. É, por exemplo, por causa do acesso ao ensino superior que os exames têm de testar a memorização – torna as respostas e a correcção das provas mais objectiva. É, por exemplo, por causa do acesso ao ensino superior que os exames assumem tamanha importância e forçam que o ensino secundário seja todo ele orientado para o exame – matando qualquer possibilidade de inovação pedagógica. Se se quiser cumprir as orientações nacionais e internacionais quanto ao futuro da Educação, a libertação do ensino secundário (e dos exames nacionais) do acesso ao ensino superior é condição imprescindível. E por que razão não se faz? Entre outras razões, porque as universidades não têm interesse nisso.

Ideia cinco: a solução não é prescindir dos exames no final do secundário, mas sim ter exames adequados para o que se pretende que os alunos aprendam. Nem oito, nem oitenta. Ao contrário das habituais discussões sobre se deve ou não haver exames, o que está aqui em causa é, fundamentalmente, rever o modelo de exames nacionais, para que estes correspondam às estratégias nacionais para a Educação. Neste momento, não correspondem. Pior ainda, esse desfasamento impede o cumprimento das estratégias nacionais.

fonte: http://observador.pt/especiais/os-tres-problemas-dos-exames-nacionais/"

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT88458

Razão 3

"Pretendemos a anulação do Artº 20º do Despacho normativo nº 5-A/2014 que entrou em vigor no final de 2014, e que obriga os alunos dos Cursos Profissionais e dos Cursos Científico-Humanísticos que estejam no 12º ano e que pretendam candidatar-se ao ensino superior, tenham que realizar 3 exames Nacionais obrigatoriamente.

No caso dos alunos dos Cursos Científico-Humanísticos

"1- Os alunos dos cursos científico -humanísticos, excluindo os do ensino recorrente, realizam obrigatoriamente exames finais nacionais na disciplina de Português da componente de formação geral, na disciplina trienal e nas duas disciplinas bienais da componente de formação específica ou numa das disciplinas bienais da componente de formação específica e na disciplina de Filosofia da componente de formação geral, de acordo com a opção do aluno, no ano terminal de cada uma destas disciplinas"

No caso dos alunos dos Cursos Profissionais

"14 - Os alunos dos cursos profissionais, que concluam o curso no ano letivo de 2013/2014 e pretendam prosseguir estudos no ensino superior realizam, de acordo com a sua opção, na qualidade de autopropostos:

a) Os exames finais nacionais da disciplina de Português (639), da componente de formação geral dos cursos científico -humanísticos, numa disciplina trienal e numa disciplina bienal da componente de formação específica, escolhidas de entre as que compõem os planos de estudos
dos vários cursos científico -humanísticos, correspondendo a CFCEPE
ao valor resultante do cálculo da expressão (7CFC+3M)/10;

"15 — Os alunos dos cursos do ensino artístico especializado e dos cursos profissionais que concluíram o 12.º ano de escolaridade no ano letivo de 2012/2013 e que pretendam prosseguir estudos no ensino superior, realizam apenas o exame de Português (639) para efeito do cálculo da CFCEPE, referida no n.º 3 do artigo 25.º e no n.º 3 do artigo 36.º, respetivamente, das Portarias n.º 419 -A/2012 e n.º 419 -B/2012, ambas de 20 de dezembro e no n.º 3 do artigo n.º 29.º da Portaria n.º 74 -A/2013, de 15 de fevereiro. Os alunos dos cursos científico -humanísticos do ensino recorrente, criados no âmbito do Decreto -Lei n.º 74/2004, de 26 de março, e do Decreto -Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, que pretendam prosseguir estudos no ensino superior, realizam, para cálculo da CFCEPE, os exames nacionais de Português (639) da componente de formação geral, da disciplina trienal da componente de formação específica do respetivo curso e de duas disciplinas bienais da componente
de formação específica escolhidas de entre as várias disciplinas que integram os planos de estudo dos cursos científico -humanísticos ou, em alternativa, uma destas disciplinas bienais e de Filosofia (714) da componente de formação geral

O que se pretende aqui é simplesmente tornar ainda mais difícil um percurso já ele difícil para muitos alunos. Sim, porque as desigualdades sociais não ficam no portão da escola. Não. entram com os alunos e com os professores. Não se trata de ser mais ou menos exigente, trata-se apenas de forma grosseira excluir alunos do ensino superior.

A nossa sociedade não precisa apenas de trabalhadores altamente qualificados, precisa acima de tudo, cidadãos capazes de exercer a sua cidadania plena. Lamentamos que alguém continue a achar que uns não servem para os estudos, porque isso é um falso mito. Todos nós damos para os estudos, há é alguém que se tem dado bem com o espalhar deste mito.

Assim, exigimos a alteração do Artº 20º, do Despacho normativo n.º 5-A/2014. Numa primeira fase, que se reponha de IMEDIATO, o modelo anterior, onde os alunos realizam apenas os exames nacionais que sejam exigidos à candidatura ao Curso que se pretendam candidatar. Numa segunda fase, que pensemos num outro modelo de ensino, onde os exames sejam abolidos, em todos os anos escolares de ensino, e onde o ensino superior de uma vez por todas seja gratuito e não um lugar destinado apenas alguns.

Temos que evoluir como sociedade e o incentivo ao prosseguimento dos estudos é uma peça fundamental para essa evolução."

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76146


Agora um apelo Pessoal, 3 anos resumidos a 120 minutos de prova onde pode sair tudo ou não sair nada, 120 minutos de strees com medo de falhar e deixar todo o nosso progreso escolar ir em vão, mas não é só aí que sofremos, meses, anos a pensar que temos que estudar para uma prova que define a nossa vida. Com conteudos muitas das vezes dificeis ou que de nada no vão servir no futuro. Sem lutarem pela igualdade escolar, onde uns podes beneficiar de ferramentas que ajudam na hora mais dificil das nossas vidas, e outros simplesmente são postos em teste para ver se as decisoes do ministerio foncionam ou não, sem os compensar de alguma maneira.
Por isso peço, estaremos todos juntos para combater esta injustiça, partilhem e assinem.
Um obrigado especial aos autores as pedições anteriormente apresentadas, e uma grandioso obrigado a ti, que leste e assinaste esta petição. Obrigado


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