Petição Pública
NÃO ao certificado digital ou teste negativo para qualquer acesso público e/ou privado de espaços

Assinaram a petição 11.055 pessoas
As medidas atuais:
A obrigação forçada de regras que condicionam a liberdade pessoal dos portugueses.
O persuadir a vacinar o cidadão, embora lhe seja dado como opção (não obrigatória) a toma da vacina.

Persuasão feita, limitando a liberdade de circulação, bloqueando os acessos de circulação em espaços privados onde não se entra sem o certificado ou teste negativo.

Forçar o cidadão português a aceitar sem escolha alguma ou permissão para questionar o certificado e a sua obrigatoriedade.
Incluindo as despesas dos testes como a fomentação de auto censura para quem questiona ou não aceita estas medidas.

Nas zonas de “risco elevado” e "muito elevado", é permitido comer em cafés sem certificado mas não no restaurante.

Os cidadãos numa zona de “risco elevado”, optam por sair dessas zonas para outras, com nível de risco inferior e vão a restaurantes na mesma, invalidando o propósito do certificado e testes.

Não há imunidade ao covid-19 após a tomada da segunda dose da vacina mas há desinformação massiva sobre este ponto.

Consequências:

Hoje a regra é aplicada nos restaurantes e a quem dá alojamento, sendo óbvia a descriminação, limitação de circulação dos que estão no seu exercício de direito pessoal, de não tomarem a vacina ou concordarem com o certificado.

Os que se revêem nesta petição, correm ainda o risco de estarem sob pressão social ao serem sujeitos à "autocensura" dos que aceitam tudo sem questionar nada.
Arriscam-se também a serem mal vistos socialmente, pondo em causa os seus hábitos sanitários, capacidade mental ou serem classificados como sujeitos com comportamentos abjetos.
Não merecem tal conotação moral e social, apenas por zelar por uma posição diferente e não se sujeitam a quaisquer regras cegamente, sendo que não há eficácia na não transmissão de contágio do vírus covid-19.

Persuasão pessoal, profissional e despesa acrescida

Para além da consciencialização, de um cidadão português, no seu próprio país, ter de circular com um certificado que acarreta custos (testes do covid), Sociais e morais, para que possa ter uma refeição no interior de um restaurante ou ter alojamento. Isto é uma solução não praticável no ponto de vista ético social, moral e económico, para cada cidadão português.

Ao assinar a petição concorda com os pontos abaixo:

Acreditamos que o covid-19 é uma realidade

Respeitamos quem deseja receber a vacina

Acreditamos que as vacinas nos darão uma carga antiviral e que atenuaram os efeitos mais severos em caso de contaminação ou transmissão do vírus covid-19.

Sabemos através de comunicações públicas dos profissionais de saúde, de que não ficaremos com “imunidade” ao vírus após as duas doses da vacina, por muito que se espalhe desinformação sobre o assunto (é para continuar a ter as mesmas precauções, máscara, desinfetar as mãos e manter a distância segura do próximo).

Não desejamos ser persuadidos a sermos vacinados e andar com o certificado, incluindo as despesas acrescidas, contra a nossa vontade, forçando-nos ou por motivos pessoais/profissionais ou por mera deslocação/viagem.

Por fim:
Ninguém nos comunicou sobre o certificado, ele apareceu do nada e também rejeitamos não ter um dizer democrático nesta tomada de decisões, que não passou pelo cidadão português, mas foi sim imposta sem dizer nada a ninguém.

Não se trata de dor de cotovelo por não sair à rua ou procurar alojamento num fim-de-semana, mas sim e não só, de restrições aos Direitos, Liberdades e Garantias dos cidadãos!

Estas normas foram decididas pelo Conselho de Ministros.
Lembremo-nos de que, não está em vigor o estado de emergência e o estado de calamidade não contempla estas restrições.

Os Direitos, Liberdades e Garantias dos cidadãos são violados, estão em causa os direitos de acesso e circulação, bem como o direito de iniciativa privada dos restaurantes

Numa nota pessoal, sabemos que ao aceitarmos tudo sem nos questionarmos ou pararmos para pensar nas consequências que possam ocorrer, quiçá, amanhã outras “regras” serão “impostas”, sem que tenhamos algum dizer na matéria.

Nota:
O texto da petição foi revisado, tornando-o mais objetivo e direcionado ao encontro daquilo que realmente se pretende, prestando especial atenção ao que os assinantes manifestaram nos comentários ou contactos.

PS: Aos assinantes, partilhem onde conseguirem para que sejamos escutados
Ver Mais...
Facebook WhatsApp
Email  

versão desktop