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A opinião e razões dos signatários da Petição: Petição pelo fim da Violência Obstétrica nos blocos de parto dos hospitais portugueses, para Todas as mulheres ou famílias que se tenham sentido alvo de abuso ou desrespeito durante um parto; Profissionais da Obstetrícia que não se revejam nas práticas abusivas perpetradas pelos seus colegas.

Nome Comentário
Maria S. Há 28anos senti-me extremamente mal tratada na sequência de um mal estar entre uma médica e uma enfermeira que não tiveram profissionalismo q.b. Para resolver a sua contenda e foram as puerperas presentes que sofreram com a indisponibilidade daquelas profissionais. Ainda hoje sofro a consequência daquela má prestação de cuidados. A experiência, no mesmo Hospital, de há 31 anos foi excelente.
Vera N. Temos o direito de saber tudo o que está a acontecer e poder decidir sem julgamentos.
ALVARINA S. eu também passei por uma situação há 12 anos atrás no hospital de braga... fizeram-me uma rutura pelvica e estive quase 2 meses sem poder mexer uma perna e depois quase 1 ano em fisioterapia e tudo se teria resolvido com uma cesariana, foi horrivel o que passei na sala de partos, com gritos do médico á mistura...
Cristina S. Fui vítima de violência e derespeito durante o parto do meu 1º filho há 26 anos atrás. Nasceu anóxio, em sofrimento e tem uma epilepsia grave desde o nascimento. Lutarei pelos direitos dos filhos e das mães que são maltratados durante o parto.
Paula S. Tbm sofri de violência. Espero que termine.
Nita S. A minha filha vai fazer 25 anos e eu jamais esqueço as 24h que passei em trabalho de parto nunca fui tão mal tratada psicologicamente num hospital como fui nessa altura ,tira a vontade de ter mais filhos ,depois ñ se queixem da falta de bebés
Isaura G. O meu filho já tem 32 anos mas sofreu paralisia braquial por não me atenderem qdo chamei. Antes deitaram-me numa cama suja de sangue de outra pessoa e a enfª seguinte insultou-me como se o sangue fosse meu. (...) A queixa ficou na gaveta pois fui ao director para obter resposta à minha carta e ele tirou-a de lá (...) Continua igual?!... Hoje o meu filjo tem um tumor a renascer no cérebro, que já foi operado, e continuo a dizer que tudo foi provocado no parto.
Margarida . Maternidade Alfredo da Costa - 5,6,7 de Novembro de 1993
Cláudia S. Sinto que não fui bem tratada quando estive na maternidade à espera que a minha filha nasceu.
Cristina A. É importante garantir um atendimento mais humano numa altura de extrema fragilidade da mulher
Artur M. Finalmente alguém se pronuncia sobre isto. Ainda bem que é uma mulher a tomar a iniciativa. Lembro que já há quem se faça respeitar nas consultas de obstetrícia e partos: os ciganos. Esses fazem-se respeitar, o resto é uma cambada incapaz de chamar a atenção para o que quer que seja. Às vezes quando um homem se insurge vem logo a mulher ou a enfermeira dizer que não se fala assim com o sr. dr. e que ele não tem de bater à porta para entrar e assistir a um exame ginecológico. É assim, foram-se os lusitanos ficaram e proliferaram os cónios.
Ana J. Fim às horas de sofrimento de mães e bebés, evitando danos para o bebé...
Maria B. Tive um parto em 2007 que me marcou pela negativa ( frieza )
Aleixo F. Concordo com a petição
Eduardo S. NÃO FAZEREM A RAZIA NA NOSSA FLORESTA
Nuno A. E' uma oportunidade a explorar
Maria T. Tive dois partos domiciliares e um hospitalar. Embora não possa fazer uma acusação de ter sofrido uma marcada "violência" hospitalar (até porque o parto, que demorou para começar, acabou por depois ser bastante rápido) houve uma diferença abismal entre a possibilidade de usufruir de liberdade de movimentos (de forma a tornar o processo mais confortável) entre uns e outro. Tal como há diferença com a expectativa criada nas aulas de preparação para o parto que decorrem em certas maternidades e a prática que depois oferecem para as parturientes- não dão muitas vezes os profissionais destas, por exemplo, a possibilidade das mães escolherem uma posição mais vertical para darem à luz, sendo elas obrigadas a deitarem-se (o que dificulta a expulsão e acentua a dor).
Celia . Exmos. Srs. Sou a favor da livre escolha da mulher de como deseja ter o seu parto. De parto natural, ou cesariana com anestesia epidural ou anestesia geral desde de que todas as condições de saúde da mãe e do bebé assim o permitam. Excepto casos urgentes onde a decisão deverá ser do médico. Acho desumano tanto sofrimento para uma criança nascer,quando a medicina está tão evoluída e permite evitar sofrimentos. Se às mulheres assiste o direito de interromper voluntariamente uma gravidez, porque não lhe ha-de ser dado o mesmo direito de escolher o parto que quer ter? Os melhores cumprimentos Celia Sousa
Isabel M. Estes abusos têm de ser denunciados
joão n. esta petição revela coragem e vontade de lutar por direitos consagrados das mulheres

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