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A opinião e razões dos signatários da Petição: Petição pelo fim da Violência Obstétrica nos blocos de parto dos hospitais portugueses, para Todas as mulheres ou famílias que se tenham sentido alvo de abuso ou desrespeito durante um parto; Profissionais da Obstetrícia que não se revejam nas práticas abusivas perpetradas pelos seus colegas.

Nome Comentário
Neuza . Eu fui alvo, no parto do meu 2º filho no hospital distrital de Santarém no dia 14-10-2016
Mariana R. Assino a petição, mas falta aqui um ponto muito importante: o direito a ter o acompanhamento de uma doula, para além do pai (ou outra pessoa a acompanhar), bem como este apoio de doulas ser apoiado financeiramente pelo estado.
Nidia . Também sofri violência obstetrícia
Cecilia . Ha 18 anos atraz fui maltratada por uma auxiliar no bloco partos e sei de mulheres a passar pelo mesmo Nao deviam de tratar assim as pessoas pois sao os utentes que lhes pagam o ordenado pagando as taxas moderadoras e exames mas sobretudo porque somos cidadaos e temos os nossos direitos .
Brandina K. Não tenho -pessoalmente- uma má experiência mas sem dúvida (depois de ler os comentários) nem todas as futuras mães tiveram um atendimento com qualidade e atenção.
Ana . Fui alvo de violência obstétrica colocando em risco a vida do bebe e minha.
Nádia R. E que voltem os partos na água!!! Já fiz na Dinamarca, sem pagar nada, sem epidural, sem estar ligada a fios! Tão bom!!! E após 4 horas de ter a minha filha, fomos para casa! Sem a confusão e a privação de sono de 3 dias no hospital só porque sim!!! Enquanto os interesses e os egos dos médicos forem a prioridade, não teremos partos humanizados!
Maria N. Muito urgente esta mudança e inacreditável o atraso em que Portugal está nas práticas obstétricas em relação a países como o Canadá!
silvia l. mais respeito pelas mulheres|
Sandra M. Somos mulheres. Seres sensíveis inteligentes e emocionais, temos o dom da vida. Merecemos muito mais do que ser tratadas como animais num hospital, seja no bloco de partos como numa urgência normal. Da última vez que me dirigi às urgências da MAC saí de lá a chorar, com dores e a sentir que tinha sido violada! Perdi toda a confiança nos médicos e auxiliares de saúde, a única pessoa que me acalma nesta situações é o meu marido e até este é proibido de entrar comigo na sala das urgências, quando pela lei estou "protegida" para levar sempre um acompanhante, pois bem, a companhia que é garantido que vai sempre comigo lá para dentro destas instituições é a ansiedade e o medo que abusem de mim, físicacamente, emocionalmente e psicologicamente. Nós merecemos muito melhor e temos direito a muito melhor.
Ju O. A 21 novembro de 2015 passei em pleno bloco de partos do hospital de Guimarães fui vítima desta violência. A enfermeira parteira prenunciou que eu não deveria mesmo ter filhos é que me estava a queixar de dores que não existiam! Foi um choque para mim e revoltante! Não apresentei queixa no hospital preferindo ignorar mas contando a minha experiência depois disso com várias amigas percebi que infelizmente estes maus tratos são frequentes! Assino esta petição com consciência e na esperança que algo possa mudar, para que nenhuma mulher possa sentir num momento tão feliz tamanha dor!
Maria G. Concordo com esta petição.
Paula M. Fui cortada pela obstetra (episiotomia) sem qq anestesia nem analgesia, fora do pico da contratação..."a sangue frio!"
Inês T. Eu tive dois partos respeitados. Tudo o que quero é que todas as mulheres possam ter o mesmo que eu. Porque um parto respeitado não deve jamais ser uma questão de sorte.
Cláudia R. Ainda não sou mãe. Tenciono sê-lo e por conhecer inúmeras situações dou também o meu contributo a esta causa esperando sinceramente que tenha a devida atenção.
Maria F. Humanizar o nascimento sff
cláudia S. Tambem fui vitima de violencia obstétrica fisica e psicologica. Fiquei em trabalho de parto horas sem fim e puseram em risco de vida a mim e a minha filha.
Maria F. Sofri violência fisica e psicologia no hospital de Abrantes em 2006. Nunca mais consegui ter mais filhos.
Olga S. É um momento bonito, deviam respeitar e ter isso em atenção
Ana . As coisas tem de mudar

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