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Fim do Glifosato e outros venenos alimentares

Para: Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República

Exmo. Senhor Presidente Da Assembleia Da República

Evidências científicas demonstraram que pesticidas à base de Glifosato podem desencadear doenças como o Cancro (nas suas formas variadas), Doença De Alzheimer, Autismo, entre outras que afetem seriamente a população afetada na vertente profissional, social, económica e familiar.
A Organização Mundial De Saúde (OMS) classifica a substância como potencialmente cancerígena, no entanto, de acordo com estudos publicados pela Revista Científica internacional Science Of The Total Environment, realizados em zonas vinícolas da Bairrada demonstraram que em 17 amostras de solo recolhidas, 53% possuíam a substância cancerígena, dados muito distantes.

Perante estas evidências científicas dos efeitos nefastos dos pesticidas à base de Glifosato, os peticionários vêm recomendar à Assembleia Da República que adote legislação no sentido de:

Proibir, num espaço inferior aos cinco anos permitidos pela União Europeia, o uso desta substância em todo o território nacional.
Rever a lista de substâncias fitofarmacêuticas (algicidas, acaricidas, herbicidas, fungicidas , moluscicidas, nematodicidas, feromonas, adjuvantes, inseticidas e reguladores de crescimento) com venda e aplicação autorizada em território nacional, de modo a limitar a uso profissional aquelas com maior perigo ambiental e, posteriormente a sua interdição total de aplicação (quer a nível doméstico, quer a nível profissional).
Proibir a a comercialização e aplicação de substâncias pesticidas Neonicotinóides, substâncias essas que, comprovadamente afetam negativamente as Abelhas levado-as à sua morte, com danos graves à prática agrícola, visto que mais de 50% das espécies cultivadas dependem da ação polinizadora das abelhas. Note-se também que já há alguns anos os apicultores têm refletido este problema, denunciando uma grande mortandade de abelhas que resultam em perdas económicas avultadas para o setor apícola.
Proibir a utilização de substâncias pesticidas nas pastagens destinadas ao consumo animal, bem como a administração de medicamentos antibióticos a animais que não apresentem nenhuma patologia associada, uma vez que o consumo de carne com resíduos de antibióticos e pesticidas aumentam a resistência de agentes biológicos causadores de doenças, tornando-as mais comuns, mais persistentes e com maior gravidade.
Reduzir a importação de produtos estrangeiros onde foram utilizados pesticidas com Glifosato, numa primeira fase de adaptação também inferior a cinco anos, bem como a sua gradual proibição.
Acabar com a importação de produtos de origem animal aos quais tenham sido administradas substâncias antibióticos.
Criar programas de formação e consciencialização juntos dos agricultores e produtores de gado no âmbito da aplicação de substâncias químicas perigosas (Pesticidas e Medicamentos).
O Governo não pode continuar a colocar os interesses das industrias químicas, como é o caso da Monsanto em detrimento do bem estar da sua população.
A prática da Agricultura Biológica tem mostrado que a mesma é segura e que se pode garantir a qualidade dos produtos produzidos de forma biológica, portanto a não transição para esta forma mais sustentável de produção alimentar iria demonstrar o desprezo pela saúde humana e animal, uma vez que as evidências científicas comprovam a interferência negativa das substâncias agrotóxicas na saúde, especialmente no desenvolvimento de cancro e outras patologias graves.
É tempo de o Governo proteger a saúde de todas as pessoas, especialmente das crianças às quais se diz que é necessário comer frutas e vegetais para o bom desenvolvimento quando, no entanto, estes estão carregados de químicos perigosos que diminuem a qualidade de vida e contribuem para a degradação ambiental.
O Governo não pode continuar a colocar os interesses das industrias químicas, como é o caso da Monsanto em detrimento do bem estar da sua população.
A prática da Agricultura Biológica tem mostrado que a mesma é segura e que se pode garantir a qualidade dos produtos produzidos de forma biológica, portanto a não transição para esta forma mais sustentável de produção alimentar iria demonstrar o desprezo pela saúde humana e animal, uma vez que as evidências científicas comprovam a interferência negativa das substâncias agrotóxicas na saúde, especialmente no desenvolvimento de cancro e outras patologias graves.
É tempo de o Governo proteger a saúde de todas as pessoas, especialmente das crianças às quais se diz que é necessário comer frutas e vegetais para o bom desenvolvimento quando, no entanto, estes estão carregados de químicos perigosos que diminuem a qualidade de vida e contribuem para a degradação ambiental.
Ao implementar medidas de restrição ao uso destas substâncias, Portugal pode tornar-se num exemplo para que mais países atuem da mesma forma, contribuindo para a harmonia entre o Homem e a Natureza, Natureza essa que tem sido constantemente violentada pela ignóbil ação humana.
Posto isto, os peticionários aqui expressos pedem urgência no tratamento e na aplicação destas medidas uma vez que quanto mais tempo as deficientes práticas continuarem a ser utilizadas, mais pessoas sofrerão, mais biodiversidade se perderá, mais os rios estarão poluídos...



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