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Técnicos de Emergência do INEM : Porque estamos em luta ?

Para: Ao Exmº Sr. Presidente da Assembleia da República, Exmºs Deputados

Desde 2004, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) conta nos seus quadros com uma atividade específica na área de Emergência Pré-Hospitalar. Essa atividade é mantida por profissionais específicos que apenas existem no INEM, designados atualmente por Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (TEPH). Estes técnicos são responsáveis pela atuação na principal atividade do INEM: Salvar vidas e contribuir para as salvar!

Mais de 60 por cento de todas as ativações de meios de emergência executadas pelo inem envolvem a participação exclusiva dos TEPH. Para além disto estes profissionais tripulam ainda outros meios do inem, como ambulâncias de recém nascidos e ambulâncias SIV (de Suporte Imediato de Vida). O seu papel é considerado, por todos os quadrantes da sociedade, como essencial para o apoio imediato aos cidadãos na área da emergência pré-hospitalar.

Apesar disso, os TEPH continuam, infeliz e incompreensivelmente, a ser o "parente pobre" do INEM.

Exemplo disso é que, apesar do risco da profissão, os TEPH não possuem seguro de trabalho, uma situação insólita no século XXI. Os atrasos nos pagamentos das ajudas de custo são outros dos problemas recorrentes que estão por resolver, bem como o não pagamento dos subsídios de refeição a partir das quatro horas de trabalho efetivo em turnos extra, ao contrário do que estabelece a lei. Aqui, o Estado prefere ignorar as leis que ele próprio produz.


No entanto, agora a situação está a ser agravada pela tutela com prejuízo de quem já está no sistema de emergência pré-hospitalar.

Porque:

O INEM lançou um aviso de recrutamento de novos profissionais, no qual é prometido aos candidatos um SALÁRIO ATUALIZADO de acordo com o que está previsto no decreto-lei da carreira. Contudo, para os TEPH atuais, o salário não foi atualizado, criando um desequilíbrio na mesma categoria profissional.

> Os que já estão na carreira, na mesma categoria profissional, usufruem um salário base, sem turnos extra, de 692,71 Euros. Quem entra usufruirá, nas mesmas condições e exatamente com a mesma categoria, 738,05 Euros.


>Significa isto que , ao final do mês de 22 dias úteis e sem turnos extra, quem entra fica a ganhar mais 45,34 Euros do que quem veste a camisola do INEM há mais de 10 anos.


Tudo porque o Estado insiste na injustiça de não valorizar quem já tem a trabalhar consigo.
A atualização salarial é justa e está na lei mas deve ser para todos e não apenas para os novos.

Não é justo nem equitativo !
Queremos que quem seja contratado tenha melhores condições mas não aceitamos que sejam os que já aqui trabalham os únicos prejudicados.

Por todos estes motivos, estamos em luta e queremos levá-la à Assembleia da República. Para tal, precisamos que assine esta petição,e nos ajude a sermos ouvidos pelos deputados.
Somos todos filhos do mesmo Estado.


Nós que olhamos por si, precisamos agora que olhe por nós!



PS:A quem assinar por favor escrever o NOME COMPLETO. Obrigado !










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